Põe-me o braço no ombroEu preciso de alguémDou-me com toda a genteNão me dou a ninguémFrágilSinto-me frágil
Faz-me um sinal qualquerSe me vires falar demaisEu, às vezes, embarcoEm conversas banaisFrágilSinto-me frágil
FrágilEsta noite estou tão frágilFrágilJá nem consigo ser ágil
Está a saber-me malEste uísque de malteAdorava estar inMas estou-me a sentir outFrágilSinto-me frágil
Acompanha-me a casaJá não aguento maisDeposita na camaOs meus restos mortaisFrágilSinto-me frágil
FrágilEsta noite estou tão frágilFrágilJá nem consigo ser ágil